sábado, 4 de outubro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
MEU AMOR
(imagem da internet)
Sinto essa tristeza que te invade
Essas dores que tanto te atormentam
Deixa-me envolver-te em meus braços
Descansa tua cabeça em meu peito
Afago meigamente teus cabelos
Percorro minhas mãos por teu corpo
Esquece o mundo amargo lá fora
Dorme meu anjo, que te protejo do mal
Amanha outra esperança renascerá!
domingo, 27 de julho de 2014
Guerra na Palestina
As visões da desgraça e da dor
Dos corpos mutilados, caídos
Os vivos que vagueiam perdidos
Feridos já sem nada sentirem
Olho em redor tudo destruído,
O que resta é nada Senhor!
Mas no meio de tanto desespero
Reparo que de entre tanta desgraça
Há mãe e suas crianças, Senhor!
Protege e guardar este povo sofredor!
domingo, 18 de maio de 2014
Tua paz
(imagem da internet)
Subi pé ante pé tuas
escadas
As escadas que sobem pelo
ar
Bati na porta de
mansinho
Para teu coração não
acordar.
Entrei no teu mundo
secreto
No teu belo jardim
celestial
Cheira a rosas e a jasmim
Que bom de ti estar tão
perto!
O tempo levou teu cansaço
Teus gestos bruscos
irreais
Os teus olhos, espelham a paz
De tantos amores tão leais
Desço as escadas bem
devagar
Seguro em minhas mãos
essa calma
Para tua felicidade não
quebrar
Descansa meu amor tua alma.
domingo, 13 de abril de 2014
DOMINGO DE RAMOS
sábado, 12 de abril de 2014
FIRIPE
Nasce o sol foge o sol
Desde manhã á noitinha
Em cima de um caminhão
Pouco ou nada tinha.
Vai de boleia sem destino
Sentado em cima da lona
Debaixo de sol ardente
Vai pensando na vidinha.
Firipe* queria ser “misire”*
Para sentar no caminhão
Não na lona mas no volante
Viajar no fresco com sombra
Como os patrão “shingreses”*
Vai sonhando outra vidinha!
*Firipe-Filipe-
*misire-mestre-
*shingreses-ingleses
sábado, 22 de março de 2014
O País faz de conta.
(imagem da internet)
Hoje levo-te pela mão
Ao país do faz de conta
Flores de acácia rubras
E amarelas beijam o chão
Por onde passas!
O cheiro do capim que se mistura
Nos aromas da nossa terra.
O mufana que corre semi-nu
Atrás do arco, da roda da ginga.
As mulheres sentadas á sombra
O sorriso rasgado da boa gente
Num abraço terno e meigo
Que sente alegria na alma.
Este, afinal não é o país do faz de conta
Este é o meu país MOÇAMBIQUE!
PASSAROS NEGROS
Voam pássaros
negros tão baixo
Negros da cor
do carvão
Lançando seus
pios lancinantes,
Adivinham a
pátria que sofre.
Roubaram o
riso das crianças
Alegria do
povo deste país.
O silêncio
carregado de ódio
Que muitos a
custo engolem
Ninguém agora
é feliz…
É a vida que
nasce e morre
A cada dia
que passa.
Voam pássaros
negros, tão baixo!
domingo, 2 de março de 2014
CARNAVAL
( imagem da internet)
Esta aí o carnaval !
Mascaras, risos alegria
Musica, muita música e danças
Alguns mais nus que vestidos
Saltam os adultos e as crianças,
Esquecem tudo, em três dias.
E tu triste passante
Desta vida traiçoeira
Dum pais que se destrói,
Tira a mascara da tristeza
Por uma vez dança também.
Mas aquele rosto cabisbaixo
Escondido no que não é mascara,
Disfarça as lágrimas que esconde
Não querendo parecer um arlequim
Numa triste palhaçada sem fim!
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Acácias vermelhas
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Sobre o tapete de flores
Deitei no chão pétalas de rosa
Raminhos de alecrim
Flores de acácia vermelha
Salpicado de flores de jasmim
Sobre o tapete de flores
Dancei até de madrugada
Adormeci em cama cheirosa
Onde teu corpo sucumbiu
Dança comigo meu amor
Com a beleza da suavidade
Dum amor que nunca acaba
Numa paixão que não morre.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Feliz aniversario.
Quero esquecer o passado
Os atalhos que a vida nos obrigou
Mais os maus que os bons
O presente, sim
Talvez porque vivemos em amor
Porque aos anos que nos amamos
Nos fez fortes
Nos teus braços me perdi
Em teus braços seguirei
Um futuro a dois até ao fim .
Parabens meu amor.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Aquela Imagem
Aquela
Imagem
Aquela
imagem tão linda
Da
virgem Nossa Senhora
Na
serra quase escondida
Num
nicho todo de pedra.
O
tempo por ali não passava
Achava-te
sempre tão bela
Tantas
as vezes que ajoelhei
Frente
a ti prostrada rezei
No
meio daquele mato fechado
Mesmo
á beira do caminho!
Talvez
de ti já ninguém se lembre
E
tantos foram os que abençoaste
Quantos
filhos da Pátria ali rezaram
Tanta
e tanta gente te olhavam
E
outra tanta te ignorava
Mas
tu imagem linda
Do
alto do teu singelo altar,
Só
o mato fechado contemplava.
Mas
perto de ti uma grande obra
Boroma,
a missão católica.
Sei
que após tantos anos de guerra
Ainda
te manténs em teu posto
Vigia
virgem Maria, guarda teus filhos
Que
restam, protege todos que passam.
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