domingo, 25 de janeiro de 2015

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Temo a escuridão da noite
Os sons lúgubres que oiço
Os fantasmas que me assustam
Meus olhos que se não fecham

Temo a luz forte da manha
Que me ofusca a visão
Os barulhos da rua á luz do dia
Minha cabeça vira uma confusão

Gosto da tarde ao entardecer
Que o sol se despede de mansinho
Nem fantasmas nem luz do dia
Virão até eu adormecer!

(flordeacacia)