Peguei num pincel que achei
No chão dum jardim imaginario
Uma tela perdida na história
Umas tintas velhas, e meias secas.
Rabisca aqui, e apaga ali
Que desenhos tão bonitos….,
Minha mão não pára de riscar.
Pinta, azuis, verdes, e amarelos
O vermelho do fogo da minha terra
Cenas dessa minha África tão amada
Minha mão não pára de pintar.
Gentes alegres, animais e flores lindas
Recordações bonitas e bem guardadas
São coisas que não conseguem morrer
Lembranças por isso chamadas eternas.
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