Sinto ainda em meus cabelos
Suave carícia de teus beijos
Quentes, meigos a envolve-los
Doce perfume, quanto o desejo.
Tuas finas mãos aveludadas
Segurando meus rosto sonhador
Quais moiras encantadas
Vais sendo, de meus olhos, senhor!
Oh! Como é bom este encanto
De ter alguém tão possessivo
Esquecer que há dor e pranto
Ser só de alguém carinhoso
Que me tire deste mundo sofrido
E sentir como tudo e grandioso!
Uma indefinição desse alguem, existe ou não existe em que fica o poema?
ResponderEliminarAntonio
Raramente respondo a anonimos, abrindo uma excepção, sim existe e existirá sempre.
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