sábado, 6 de junho de 2015

Nem sempre!



Nem sempre à noite é escuro
Nela brilham os olhos
Dos animais bravos
Brilham os pirilampos
De luzinhas tremelicando
Parecem estrelas me chamando 
Nos matos da minha saudade!
Nem sempre o dia é claro
Escurece com as pessoas más
A flor de pétalas profanadas
As invejas o ódio sei lá,
A lagrima que corre sem parar!
À noite o silêncio me acolhe
Nos braços de um sono profundo,
De dia o sol me queima
As coisas boas deste mundo!

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